Amar

Muitos dizem amar, mas o que é amar? Amar, é ver no outro a imagem personificada da própria alma sendo vivenciada no mais elevado esplendor. É a sensação de ser feliz com a felicidade do outro e  prazer de estar bem com quem nos alegra a alma.
 
Amar é fonte e fortaleza onde se encontra o preenchimento para almas solitárias. Sendo sublime, é  ação do amor que promove a consciência de aceitar: o que não se pode mudar e perdoar o que é ofensivo que não ofende.
 
Magnifica sensação de conceder para harmonizar e com o objetivo de servir para a busca da perfeição e promoção da alegria para ser feliz. Assim, viva a felicidade de amar na plenitude do viver.

O Filho | Manhã de Domingo

O acontecimento deixou rapaz muito emocionado, o mesmo não continha-se de felicidade mesmo amando os pais adotivos. A esperança de encontrar os pais biológicos, batia a cada amanhecer em seu coração. Chorando, começou a falar da sua infância repleta de felicidade, mas e ao mesmo tempo de um vazio que castigava a alma. Mesmo diante de tal realidade nunca deixou de sonhar, de lutar e de procurar os pais.

Aos 15 anos de idade, estava sentado em um banco de praça e falando silenciosamente em oração fervorosa; em determinado momento, aparece uma bela jovem, cujo encanto se compara a beleza do amor. Ele, encantado com tanta beleza, começa observar a formosura da moça que não percebe o admirador.

Muito tempo depois, estava o rapaz na fila de um banco quando a jovem se aproxima e pergunta-lhe as horas; já tinha se passado três anos desde da primeira vez que ele tinha a visto, o jovem com os olhos radiantes de alegria responde com emoção.

Ela olha nos olhos e percebe uma alegria que vibra no coração dele, mas, ao mesmo tempo, ver um vazio que nem toda a felicidade do momento possuía a capacidade de o preencher. A partir daquele momento, a jovem começa uma esplendorosa amizade que posteriormente se tornaria namoro.

Manhã de Domingo

Aquela era uma bela manhã de domingo, acordaram com um belo sorriso nos rostos e declamando o amor um ao outro, a beleza do dia iluminado, ao café levado na cama e a vida. Era como faziam aos domingos.

Antes de sair de casa, ele ia rezar na capela construída em frente de sua casa enquanto ela ia pro banho. E, consequentemente, retocar a beleza e colocando aqueles trajes que deixava seu amado radiante perante tanta formosura.

O casal cumpria à risca o que era planejado ao celebrar a riqueza da união e da beleza harmônica da existência.

Era de costume, ao chegar naquela pracinha rodeada de um belo e esplendoroso lago, ele descia e, lentamente, abria a porta do carro para que sua amada brilhasse em encanto. Enchendo-lhe o coração de felicidade.

Quando tudo parecia estar na monotonia do planejado, algo surpreendente tocar-lhe-ias o coração. Eles vêem outro casal com olhares de curiosidade que se aproxima e, logo, começa a conversar.

Num determinado momento, uma atitude do casal chama a atenção dos jovens que mesmo percebendo o grande amor expressado na forma do olhar, do carinho, das palavras e nas atitudes. Parecia que a sensação de tanta meiguice escondia uma dor que pulava do peito e da alma.

Após os casais terem passado juntos aquela manhã do domingo, inevitavelmente, uma coisa boa tinha marcado a vida de cada um. Um elo especial que produziu a vontade de se fazer e vivenciar aquela grandiosa amizade. E, do mesmo modo, com trocas de experiências de vida e práticas cotidianas.

Eram marcantes os semblantes dos jovens, por isso, pensavam ter encontrado a fórmula do amor, companheirismo, respeito, da fidelidade,  carinho e longevidade.

 
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O Jovem e o Presente

Em um determinado reino vivia um Rei muito triste, mas que não comentava de sua melancolia com ninguém. Após alguns anos de sofrimento, a família decidiu acabar com toda aquela tristeza e resolveu convocar os reis da região para tentar o alegrar. Então foi planejada e realizada uma festa, que tinha como objetivo curá-lo daquela tortura..

Todos os convidados trouxeram coroas de ouro, espadas, moedas entre outras coisas de muito valor. Mesmo com tudo isso, o Rei continuou naquela melancolia.
 
A família sentiu um profundo desânimo. E quando não tinha mais o que fazer, um jovem muito humilde pede para falar com o Rei. Disse ele: – Trago um presente para a Vossa Majestade e peço-lhe permissão para entregar.
 
O REI ouviu o pedido e autorizou o jovem, que deu-lhe um grande e longo abraço. Muito emocionado, o rapaz falou para o Rei: – Este é o meu presente, sou humilde e o que tenho não foi o suficiente para comprar um presente valioso para Vossa Majestade.
 
Depois de ouvir tudo o que disse o jovem, por um momento, o Rei ficou em silêncio. Mas logo após agradeceu por aquele sentimento tão forte, valioso, sublime e harmônico: a felicidade.

Atitudes

Próximo de um belo jardim, existia uma grande árvore, na qual viviam dos esquilos felizes e saudáveis. Todos os dias, um deles costumava subir na árvore para visualizar a vizinhança, pois era uma forma de ver se estavam em perigo, além de usufruir dos frutos e de uma agradável sombra.

Um certo dia, o que subia todos os dias na árvore, adoeceu e não pode cumprir sua tarefa de vigilância. O mesmo pediu para que seu colega fosse desempenhar tal tarefa, porém não foi atendido e o amigo ainda desdenhou do pedido dizendo: – Por causa de apenas um dia? Não se preocupe! Nada acontecerá.

Não sabiam eles que seria o desleixo que um grande predador sempre desejou. Eram uma vez dois esquilos felizes e saudáveis.