Manhã de domingo | Revelação

Eles disseram ser admiradores do companheirismo e amor sincero expressados pelo experiente casal. Ficavam deslumbrados com a importante referência que o casal de senhores representavam na vida deles.

O senhor e a senhora, logo, agradecem as palavras de reconhecimento e confirmam o motivo de suas tristezas. Não sabiam que o filho estava mais próximo do que eles ali pensavam.

A namorada do rapaz começa a perceber a semelhança entre a história que o rapaz sempre contava-lhe e aquele acontecimento. Ela começa a revelar que há 20 anos, os pais adotivos do rapaz encontraram uma criança que alguém tinha deixada na porta de sua casa e que criaram como se fosse filho.

Depois que tornou-se adulto, o jovem soube da verdade e quis procurar os pais biológicos, mas a busca terminou sem sucesso. Naquele momento, o rapaz estava aos prantos, mal conseguia falar, mas por meio de gestos confirmava aquela história que por várias vezes contou a namorada.

Ao ouvi tal relato da jovem, o casal que naquele momento já tinha perdido a esperança de o reencontrar, conseguiu ver o retorno do filho naquela manhã de domingo.

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O rapaz e a felicidade | Escola

Um dia, ao voltarem da escola, passaram perto do lago e resolveram ficar um pouco descansando. Depois de um determinado momento, a menina subiu em uma pedra alta e, que quando ia descendo, escorregou e caiu.

Após o acidente, percebeu que tinha machucado um dos pés, pois estava doendo bastante. O menino pede que ela apoia-se em seu ombro, na esperança de poder levá-la para casa.

Os pais, preocupados, resolveram ir para escola, mas no caminho viram o menino trazendo a colega. Ele mal conseguia andar, porém não soltava ela. Depois do ocorrido, a família da menina foi morar na cidade e só retornando após oito anos.

O rapaz, ao completar seus 17 anos, convive com uma dor de perda que assola o coração e arde a alma. Pois ele não esperava pelo falecimento da pessoa que ele tanto amava. Aquela que sempre cuidou dele com muito carinho, ensinando e educando para a vida.

Foram dias sofridos de choro e tristeza, mas ele daria continuação a tudo aquilo que a senhora fazia no seu cotidiano. Ao ir para o trabalho, despedia-se da casinha e agradecia a Deus pela simples e singela moradia.

Foi a partir da continuação deste trabalho que, aproximadamente, quatro anos depois, ele conhece a bela jovem. Após a permissão da família da dela, começam o namoro. Tempo depois acabam se casando em uma cerimônia em frente da humilde casinha.

Anos depois, recebem uma ótima notícia. Bom, mais isto é outra história.

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A moça

A moça se aproxima, cumprimenta a todos e apresentar-se. Júlio fica encantado e cada palavra que saía da boca dela era música para o seu coração apaixonado, que por mais que tentasse disfarçar, ficava evidente sua admiração por ela. Aquele momento passou e, no final do expediente, todos foram embora.

No dia seguinte, Júlio foi o primeiro a chegar no trabalho, adiantou quase tudo para que pudesse oferecer a sua ajuda para a moça, ele já até tinha ensaiado um motivo para a aproximação. Os colegas que iam chegando estranhavam vê-lo ali, pois ele tinha chegado antes do horário.

Quando ela surge no horizonte do Júlio, um sorriso de felicidade é invocado por sua alma, amado por seu coração e expressado por seus lábios. Ele não consegue disfarçar, estava feliz com a felicidade de quem se ama. Todos perceberam.

Júlio fazia de tudo para ficar do seu lado, todo momento se oferecia para ajudar e ela, educadamente, agradecia e fazia-lhe elogios. Meses se passaram e, aos poucos, ela parecia corresponder aos sentimentos do Júlio, chagava até convidá-lo a sair nos finais de semanas com os amigos, mas Júlio sempre recusava, pois queria um momento somente com eles dois.

O convite

Depois de mais um convite da Moça, ele aceitar sair com ela e os amigos, pois não aguentava mais esperar por um momento a sós, que parecia não ter chances de acontecer, pois ela sempre tinha desculpas para não sair apenas com ele.

Chega o dia tão desejado por Júlio, o dia de estar ao lado de sua deusa, de beleza que fascinava sua razão de viver e irrigava seu coração de amor no mais elevado esplendor. Um sentimento belo que o fazia sonhar acordado, viajar na sublime felicidade e despertava a esperança da união entre eles.

Ao chegar na casa dela, ele ver várias moças, mas uma em especial não largava a mão de sua deusa. Ela observa por um tempo e resolve se aproximar para irem juntos ao baile. Para ele, aquele era o dia, o dia da felicidade plena, pois seria o dia que pediria a moça em namoro.

No baile, dançaram, beberam juntos e conversaram. Chega o momento da atitude de Júlio, era o momento de ele se declara para a moça. Ele a chama e diz que precisa falar sobre algo que está em seu coração, algo muito importante. A moça diz que também tem algo para falar, Júlio começar a chorar, acreditando ser um amor correspondido. Então, pede para a moça falar e ela começa: diz que ele tinha sido escolhido, pois sentia uma grande admiração e completou que seria uma honra tê-lo como um dos padrinhos do seu casamento.

PRIMEIRA PARTE ))) Júlio, o rapaz desconfiado

A brincadeira

O moço, assim como era chamado por ela, toma um susto e fica em silêncio com tal proposta. Ela volta a insistir com a intenção de ajudá-lo. Sentindo confiança na atitude dela, ele aceita e, a partir daquele momento, começa com a brincadeira.

Eles voltam para casa e anunciam, para os irmãos do moço, que estão namorando. Os irmãos dele demora um pouco para se convencerem da história, mas com passar do tempo acabam acreditando.

Aquele moço estranho, calado e de pouca conversa já começa levar a sério toda aquela situação, enquanto a moça continua encarando a história apenas com uma grande brincadeira.

Chega o dia de ela e a família ir embora, ele não acreditava que os momentos de felicidades estavam prestes a acabar. Não quis participar da desperdiça, correu para a pracinha para chorar sozinho.

Anos depois, a família do moço recebe um convite de casamento. Ruthi iria casar! ……..

PRIMEIRA PARTE ))))) Preso ao sonho

A colheita

Surpreso pela quantidade da colheita, o homem resolveu sair pela cidade oferecendo os frutos do seu trabalho, mas ninguém queria. Seja pela falta de dinheiro ou até mesmo porque não se estava precisando.

Após um dia de andanças pela cidade, ele começou a refletir e, tempo depois, chegou a conclusão de que toda aquela fartura não poderia ser perdida. Ele resolveu fazer doações para pessoas que gostavam de plantar e não tinha obtido tanto sucesso quanto ele obteve. Não esquecendo daqueles que estavam passando fome, enfim, doou alimentos para todos.

O tempo passou e, logo, recomeçou o período das chuvas, consequentemente, o tempo das plantações. O homem prepara as ferramentas, coloca o chapéu na cabeça, o bisaco de lado e sai em direção do roçado. No caminho, percebe a alegria dos vizinhos. Alguns sorrindo enquanto outros, cantando e, ele, os cumprimentam e segue o seu destino.

Chegando no roçado, ele percebe algo que não lhe agrada. Várias pessoas ocupando a área de terra escolhida por ele para plantar seus grãos de milho e feijão.

Eram pessoas que acreditavam que aquele local era o melhor, pois o homem tinha lucrado bastante. Queriam para elas e expulsaram o homem de lá.

Depois do ocorrido, o homem volta para casa, desiste do roçado e, com o passar do tempo, consome toda sua colheita. Preso em sua melancolia, começa a não mais querer fazer nada.

Veio a fome e, com ela, a falta de esperança. Os vizinhos assistem tudo. Quem ele sempre ajudou; o ignora. Por fim, chega o fim! Descansou.

PRIMEIRA PARTE )))) O Sol nasce para todos.
 

O rapaz e a felicidade | Origem

Ao amanhecer de um belo dia de primavera, ao cantar de um galo garboso, uma Senhora ouvi um choro semelhante a de uma criança. Levanta da cama e sai correndo para verificar.

Chegando no local, ver um bebê chorando devido ao frio e fome que estava sentindo. Ao ver o indefeso naquela situação, a senhora se prontificou em cuidar dele, pois não entendia por que alguém tinha deixado lá.

Ao de longo de meses, a Senhora ficava na frente da sua casa a espera dos pais do bebê para que fosse devolvido; algo que não aconteceu. Então, ela resolveu cuidar da criança.

O tempo foi passando e quando a criança completou 4 anos de idade, a senhora resolveu a matricular em uma escola localizada em outra comunidade. Todos os dias, ela o levava numa caminhada que durava uns 30 minutos, mas não reclamava do cansaço.

Próximo da escola, existia um belo e majestoso lago. As vezes, a senhora parava para descansar e contar histórias para o garoto. Ele encantava-se de admiração que sentia devido ao carinho e dedicação de como era tratado. Algo tão belo que fugia de qualquer imaginação.

Aos oito anos de idade, o menino já ia sozinho para a escola. Pois, a senhora não mais suportava a rotina de caminhar durante tanto tempo. Certo dia, a menina que na época tinha, aproximadamente, a mesma idade do colega, o pede para irem a escola juntos. A partir daquele dia, ele passava na casa da dela e, juntos, iam para a escola.

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O rapaz e a felicidade | A surpresa

Acostumando de todos os dias ficar diante daquela deusa: uma morena, de altura mediana, cabelos castanhos, olhos brilhantes e que expressava um andar e sorriso, que cativava em formosura, fica surpreso e preocupado.

Pois naquele dia, ela não estava no local de sempre. A moça tinha tomado uma importantíssima decisão devido a um sentimento forte e puro, que crescia no coração e contagiava-lhe a alma.

O rapaz caminha em direção da sua lavoura, não parecia tão feliz quando de repente! – O coração avisa-lhe! – Alguém que era feliz com a sua felicidade, estava a sua espera.

Uma deusa que se aproxima e lhe dar um beijo, simplesmente vivenciando o amor. Estava se revelando um sentimento que se refletia em uma calma absoluta de paixão correspondida…

Após aquele momento de ligação tão sublime e daquele amor tão belo, aconteceu então, a formalização do namoro. Perante os familiares da sua amada, o rapaz mesclava sentimentos que ia de medo, ansiedade e até de coragem. Porém não houve tempo de ação, logo foi antecipado pelo pai da jovem, que o questionou sobre suas intenções de compromisso naquele namoro.

Antes de responder, pensa na casinha simples e singela onde residia e por isso estava sem jeito de falar, mas mesmo assim começa a apresentar-se para a família da jovem, que concorda com o namoro.

Eles acreditavam na boa intenção do rapaz, pois comprovava na sua história de vida; desde bebê até a sua fase adulta. O pai da jovem informa que sabe de toda história de vida daquele rapaz, muito emocionado, começa revelar

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Manhã de Domingo | A descoberta

Ao longo dos anos, eles lutaram juntos na busca do filho desaparecido. Procuraram a polícia, mas nada de resultados. Então resolveram manter a rotina e durante os 20 anos faziam as mesmas coisas.

Sempre existia a esperança do retorno do filho para que fosse extinta a dor da saudade. Justamente naquele dia, resolveram não sair de casa. Ele não tinha ido à capela rezar pela volta do filho e nem a senhora tinha se preparada para receber o filho. Como eles faziam todas as manhãs de domingo.

Depois de certo tempo, os jovens entram quarto e viram aquelas pessoas reconhecidas como exemplares tristes, mas, ao mesmo tempo, surpresos, pois não os esperavam naquele dia.

Os jovens olharam para o casal, que no momento encontrava-se abraçado num ato abençoado de companheirismo e de amor, e confessaram ter ouvido todo teor da conversa.

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Manhã de Domingo | A visita

O casal mais velho e os jovens resolveram se encontrar outras vezes. A partir daquele momento de exaltação a felicidade, onde a experiência era a lição e estímulo; os senhores tentavam expressar uma aparência que não era a totalidade do que os jovens pensavam.

Os encontros dos casais amigos seguiam a risca aos combinados e foram muitos até que se criasse um elo de respeito e até familiar, devido à diferença na idade dos casais.

Certo dia, o jovem casal propôs mudar a rotina e, ao chegar na casa do casal mais velho, percebe algo muito estranho. A porta estava aberta e que, por isso, dava-se pra ouvir sussurros agonizantes de tristeza, cuja intensidade varavam as paredes do quarto harmônico.

Impressionados, os jovens não resistiram, entraram na casa com passos lentos e em seguida subiram a escada que levava a tal situação desconhecida. Próximo do quarto dava-se pra ouvi o que lá diziam e era algo que mudaria a vida de todos. A partir daquele momento, uma transformação era inevitável.

As paredes minavam de lágrimas como resultado das horas de choro, pois naquele dia 14 de dezembro, fazia 20 anos do sumiço do filho. Todo o sofrimento tinha começado em uma bela manhã de domingo, na época, eles eram jovens recém-casados e como de costume levavam o seu filho recém-nascido para a pracinha. Mas, para a tristeza do casal, naquele dia o filho repentinamente desaparece.

Preso ao Sonho – Inicio

Em um vilarejo morava um moço muito conhecido e querido por seus vizinhos. Era calmo e nunca se metia em confusão; era de fato um rapaz pacato. Ele morava com os pais e seus oito irmãos numa simples residência, mas que trazia-lhe boas lembranças.

Alguns anos atrás, quando tinha seus 14 anos, sua família recebeu uma visita de uns amigos que moravam em outra cidade, vieram passar as férias de fim de ano. Era um casal com dois filhos: uma moça de 15 anos, chamada Ruthi e um menino chamado Rick de 10 anos.

A família se preparou com uma bela festa de boas vindas para receber as visitas. Estava perfeito, tudo de acorda com o planejado, quando de repente chegam os esperados visitantes. Foi a maior alegria, todos felizes e satisfeitos com a festa.

A festa

Enquanto cumprimentavam-se uns aos outros, o moço apenas observava, como não fizesse parte da festa, na verdade estava pensando como dividiria sua rede e com quem seria. De início, pensou na bela moça, mas achou que poderia ser interpretado como um atrevimento, oferecer sua rede logo para a moça. Então, cedeu a rede ao menino e, estava ciente que durante o período de férias das visitas, ia dormir no chão.

No outro dia, depois de passar por uma noite de pesadelos, o moço ao sair de casa chama dois irmãos para irem a um lago do outro lado do vilarejo. Chegando no lago, enquanto seus irmãos enchem os baldes com água para levar para casa, ele fica pensativo, coisas de adolescente. De repente, alguém grita por seu nome, era a Ruthi que se aproxima e muito simpática, inicia uma conversa com ele.

Um dos irmãos dele falar de longe: – Estão namorando! Vai dar em casamento. Pronto, foi o motivo dele sair correndo e bravejando com o irmão, enquanto Ruthi entendeu toda aquela situação como uma brincadeira e foi atrás dele, mas não conseguiu encontrá-lo em lugar nenhum.

A conversa

Ele, algumas horas depois, volta para casa todo desconfiado e ainda bravo como o irmão, senta na varanda e começar jogar damas com Rick. Num certo momento, Ruthi novamente se aproxima e tentar iniciar uma conversa, mas ele insiste em ficar em silêncio. Então ela diz que tem um pedido a fazer e que deseja falar a sóis.

Todo surpreso com aquela atitude de Ruthi, aceita e logo saem juntos para uma pequena pracinha em frente da casa. Ao chegar no local, ele antecipa-se e pergunta sobre o pedido; ela sorri, pede calma e em seguida pergunta o porquê dele ter ficado com raiva do irmão e de ter saído correndo. Desconfiado, ele fala que seus irmãos sempre fazem aquilo e que por consequência, tornou-se inseguro com as atitudes de outras garotas, que não encaravam como brincadeiras e pensavam que era ele que incentivava os irmãos a terem tais atitudes.

Após ouvir tudo o que ele falou, Ruthi tem a confirmação do que estava acontecendo e revela o pedido. Pergunta se ele aceitaria namorar com ela, mas de mentira, só pra dar o troco nos irmãos e para que parassem com este tipo de brincadeira.

PRIMEIRA PARTE))) A brincadeira

O agricultor e os pássaros

Em uma comunidade distante da cidade, vivia um agricultor muito feliz. Para ele não existia tempo ruim, pois, acordava com a natureza chamando-lhe. Pássaros com melodias fascinantes, o cantar do galo garboso e os raios do Sol adentrando as flechas da porta, o que fazia do seu dia, o mais alegre de todos.

Um agricultor muito popular na comunidade. Todos gostavam daquele simpático e pacato Senhor. Para ele, o mundo só compensa para quem não segue o que o mundo oferece e que, por isso, não se deixava iludir-se pelas coisas fáceis. Gostava mesmo era de lutar pelos seus objetivos.

Aproximadamente, um ano atrás, ao ser despertado pelos sons dos pássaros. Não levantou da cama imediatamente, ficou um pouquinho mais. E, como sempre prestava atenção a tudo, percebeu que em uma das janelas da casa, estava um casal de pássaros cantando desesperadamente.

O agricultor levantou, abriu a janela e alimentou-os. A partir daquele momento começou a tratá-los com carinhos e atenção, até os dias atuais.

Os passarinhos

Certo dia, o agricultor ficou doente e precisou ir ao hospital da cidade. Mesmo estando em um momento de preocupação com sua saúde, a todo momento lembrava daqueles pássaros que o mesmo tratava com se fosse da família. Com dores no peito e com a voz baixa, pedia para que seu filho alimentassem os belos passarinhos.

No dia seguinte, ao trocar à água e colocar comida de outro passarinho que o senhor mantinha na gaiola, o filho esqueceu a porteira da gaiola aberta.

Dias depois, o agricultor foi liberado a voltar para casa e, ao chegar, percebe a gaiola vazia. Questiona o porquê do sumiço do pássaro, mas em seguida obteve a explicação do filho.

Anoiteceu! E o senhor ansioso para que chegasse o dia seguinte. Queria ouvir os cânticos melódicos dos pássaros de que ele tanto gostava. Enfim, amanhece o dia e os pássaros não compareceram na janela daquele pacato senhor agricultor. Tinha sido alcançado o objetivo…