Arquivar 1 de fevereiro de 2016

O rapaz e a felicidade

Perto de uma determinada estrada localizava-se uma casinha simples de paredes feitas com varas e barro, cobertura de palhas de coqueiro, portas frágeis e singelas. No quintal da casa existia uma plantação com árvores frutíferas onde os pássaros com cânticos melódicos, deixavam o amanhecer poético.

Apesar de tanta humildade, a casinha era habitada por uma sensação harmônica, como quem é feliz com a felicidade de quem se ama na incondicionalidade.

Fonte de felicidade era como o rapaz a considerava. Ele cuidava de um belo jardim que ficava no quintal e que tinha como objetivo, deixar a casinha enfeitada e perfumada.

Ao amanhecer, pegava o seu material de trabalho e ia pro roçado(lugar onde plantava sua lavoura), mas antes cuidava do jardim e agradecia a Deus por sua simples moradia em sinal de gratidão.

O jovem saía de casa todo feliz e quando ele achava que estava no cume da felicidade, ficava mais feliz como se fosse possível medir a intensidade da felicidade.

Porém, existia uma explicação: além da esplendorosa paisagem e do encanto que o caminho despertava em seu coração, também existia uma bela jovem de beleza sublime, que morava um pouco distante da casa dele.

Sempre ao avistá-la, dava um jeito de a chamar atenção e, que durante uns cinco minutos, ficava vidrado e sem piscar os olhos. Ele ficava fascinado diante da bela moça, que dotada de uma riqueza na essência da qual fugia a qualquer definição.

Ela sabia que na alma do rapaz residia um amor sublime e que por ela personificava-se na forma de felicidade. A jovem gostava e procurava cultivar este amor que até então, impossível de se viver.

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